Os crimes informáticos cresceram com a digitalização da vida — e exigem uma defesa técnica que entenda, ao mesmo tempo, o Direito Penal e a tecnologia envolvida na prova.
Com o avanço da internet, das redes sociais e do PIX, os crimes informáticos — também chamados de crimes digitais ou cibernéticos — tornaram-se uma das áreas mais sensíveis e em maior crescimento do Direito Criminal. Acusações que envolvem dispositivos eletrônicos costumam se apoiar em provas digitais complexas, como registros de acesso, endereços de IP, dados de geolocalização e perícias em celulares e computadores. Essas provas precisam ser analisadas e questionadas com rigor técnico, pois raramente bastam, por si só, para sustentar uma condenação.
Quem responde por um crime cibernético — seja como investigado, seja como vítima que busca responsabilizar o autor — precisa de um advogado criminalista atento aos detalhes técnicos do caso. Pequenas falhas na coleta da prova digital ou na quebra de sigilo podem comprometer toda a acusação.
Principais crimes informáticos
- —Invasão de dispositivo informático (art. 154-A do Código Penal)
- —Estelionato eletrônico, golpe do PIX e fraudes em aplicativos bancários
- —Furto mediante fraude eletrônica e clonagem de cartões
- —Divulgação não autorizada de imagens íntimas (pornografia de vingança)
- —Calúnia, injúria e difamação praticadas pela internet
- —Falsidade ideológica e uso de documentos digitais falsos
- —Crimes contra a honra e ameaças em redes sociais e aplicativos de mensagem
Como a defesa é construída
A defesa em crimes digitais começa pela análise minuciosa da prova. Em muitos processos, a autoria é atribuída apenas pelo endereço de IP ou pela posse de um aparelho — o que, isoladamente, é insuficiente para uma condenação. Avaliamos a cadeia de custódia da prova digital, a legalidade da quebra de sigilo telemático e bancário e eventuais nulidades na perícia técnica. Atuamos tanto na fase de inquérito policial quanto na ação penal.
O escritório Massan & Mazzini atende em Londrina e em toda a região, com atuação também 100% digital para clientes de outras comarcas e estados. Se você foi intimado, teve aparelhos apreendidos ou é alvo de investigação por crime cibernético, a orientação imediata de um advogado é essencial para preservar seus direitos e construir a melhor estratégia.
Perguntas frequentes
O que fazer se eu for vítima de um golpe pela internet ou pelo PIX?
Reúna o máximo de provas (prints, comprovantes, conversas e dados do destinatário), registre boletim de ocorrência e procure um advogado criminalista. É possível buscar a responsabilização penal do autor e, em paralelo, a reparação dos prejuízos na esfera cível.
Posso ser condenado só porque o crime partiu do meu IP?
Não necessariamente. O endereço de IP indica um ponto de conexão, mas não prova, sozinho, quem operava o dispositivo. A defesa pode demonstrar a fragilidade dessa prova e a ausência de elementos concretos de autoria.
O escritório atende casos digitais fora de Londrina?
Sim. Por se tratar de matéria que envolve provas digitais, atuamos de forma presencial na região e de maneira totalmente digital para clientes do Paraná e de outros estados.
Divulgar imagem íntima de outra pessoa é crime?
Sim. A divulgação de cena de sexo, nudez ou pornografia sem consentimento é crime previsto em lei, com pena agravada em diversas situações. Tanto a vítima quanto o acusado devem buscar orientação jurídica especializada.
Precisa de um advogado criminalista?
Atendimento em Londrina, região e em diversos estados — presencial e digital, com plantão para urgências. Fale agora com o escritório Massan & Mazzini.
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